Ford Fusion Híbrido: autonomia, consumo e como funciona

Ford Fusion 2.0 Titanium Hybrid já completou sete anos de mercado. O híbrido impressiona pelo espaço interno, dirigibilidade e nível tecnológico.

Para se ter uma ideia, a cabine possui um sistema de cancelamento de ruídos por meio de microfones e alto-falantes – tudo isso para que o carro seja silencioso.

O Fusion Híbrido é extremamente bem equipado, é difícil pensar em algum item que ele não tenha. As principais vantagens: é muito econômico e a manutenção e o seguro têm preços mais em conta do que modelos de marcas premium. De acordo com o Inmetro, o sedã faz 16,8 km/l cidade e 15,2 km/l estrada.

A história do Ford Fusion Hybrid

O Ford Fusion Hybrid foi anunciado em 2005 durante o Salão do Automóvel de Detroit. O modelo chegou ao mercado norte-americano em março de 2009. No primeiro ano em que esteve disponível, foram 15,554 unidades vendidas.

O carro foi anunciado para o mercado brasileiro em outubro de 2010, durante o Salão do Automóvel de São Paulo. No mês seguinte, em novembro, o modelo já estava disponível para vendas, pelo preço de R$ 133,900. Como novidade, o motor do carro já era adaptado às misturas de etanol do combustível nacional. O Brasil também foi o primeiro mercado fora dos Estados Unidos a receber a primeira geração do Fusion Hybrid.

Ao todo, no mercado americano, foram 7,780 modelos híbridos vendidos, equivalente a pouco mais de 5% do total de vendas do Fusion. No Brasil o modelo encontrou dificuldades no início, e vendeu somente dez unidades.

Com uma reformulação completa do design, a segunda geração foi anunciada em 2012, também durante o Salão de Detroit. A linha ganhou a introdução da tecnologia de recarga plug-in (por tomada), com a adição do Fusion Energi. A segunda geração chegou ao mercado norte-americano no mesmo ano. Foi durante essa geração que a Ford levou o modelo aos mercados europeu e asiático, sob a bandeira do Mondeo.

Comparada à geração inicial, a segunda contava com melhor consumo e substituía as baterias de níquel por lítio.

Lembrando que o Fusion não é um híbrido plug-in, o que isso quer dizer: o sedã não pode ser carregado na tomada. A bateria dele é recarregada de dois jeitos: pelo próprio motor a combustão, numa espécie de gerador de energia e pelo sistema de frenagem regenerativa. Quando o motorista freia, um sistema faz com que parte da energia cinética vire energia elétrica, que é armazenada na bateria.

Atualmente, a Ford tem 13% de seu catálogo de veículos dedicados aos segmentos em questão. Com a forte investida nesse mercado, a previsão é que esse número chegue a 40% em 2020. Dentre esses estão uma versão híbrida do Mustang e outra da popular pickup F-150.

Além disso, há planos para um novo SUV, esse totalmente elétrico e com autonomia de 480 quilômetros e voltado para os mercados norte-americano, europeu e asiático. Até mesmo as forças de segurança estão incluídas no plano, com duas novas viaturas híbridas para a polícia americana. A grande novidade, no entanto, é a proposta de criar estações de recarga wireless, que serão detalhadas no futuro. E o Fusion Hybrid, evidentemente, seguirá como o líder de vendas nesse mercado para a Ford.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *